quinta-feira, 9 de julho de 2015

Colisão entre caminhão e carro deixa dois feridos na BA-093

Uma colisão entre um caminhão e um veículo de passeio deixou duas pessoas feridas nesta quarta-feira (8), na BA 093, nas proximidades do município de Araças, localizado a aproximadamente 100 km de Salvador.

De acordo com informações da PRE (Polícia Rodoviária Estadual), a colisão aconteceu no km 083, no entroncamento da BR 101. No entanto, a polícia não soube informar de qual dos dois veículos eram os feridos. As vítimas sofreram ferimentos leves e foram socorridas para o Hospital Dantas Bião, em Alagoinhas.

As causas do acidente ainda são desconhecidas e serão investigadas pela polícia.

R7/BA

Fonte: http://altapressaoonline.com/portal/noticia.php?id=15269

Prefeito e secretário de Agricultura participam de Dia de Campo do Programa Mais Árvores em Inhambupe

O prefeito Benoni Leys e o secretário de Agricultura e Meio Ambiente Nélio Costa participaram nessa quarta-feira (dia 8), do Dia de Campo do Programa Mais Árvores da CNA (Confederação nacional da Agricultura), realizado na Fazenda Salgado, de propriedade da Copener, localizada em Inhambupe. O município foi escolhido para iniciar o programa – que ainda será realizado nos município de Barreiras, Eunápolis e Vitória da Conquista –, de acordo com o diretor-executivo da Abaf (Associação Baiana das Empresas de Base Florestal), Wilson Andrade, pelo fato de concentrar um grande número de produtores de eucalipto e por questões logísticas.
Após o café da manhã de boas vindas oferecido aos participantes, Camila Soares Braga, da Comissão de Silvicultura da CNA, organizadora do evento, explicou o objetivo da iniciativa que é a de incluir na cadeia produtiva os pequenos e médios agricultores baianos. Em sua apresentação, Wilson Andrade informou que a Bahia importa 80% da madeira que consome e demonstrou que esse material pode ser perfeitamente produzido não Estado, sobretudo por ser uma atividade rentável e possuir compradores em potencial.
Pedro Francio Filho, da Unisafe Consultoria, apresentou o workshop “Oportunidades Econômicas de Florestas Plantadas”, enquanto Diogo Oliveira, do Centro de Inteligência em Mercados da UFLA, falou sobre a gestão da propriedade rural. Após o almoço, os participantes realizaram uma visita técnica e assistiram uma palestra sobre práticas de campo.
Benoni considerou importante que o município tenha sido escolhido para dar início ao Programa Mais Árvores pois servirá para incentivar a produção local o que, segundo sua opinião, também de certa forma atrairá a atenção para a agricultura familiar de Inhambupe.

Fonte: https://prefeituradeinhambupe.wordpress.com/2015/07/08/prefeito-e-secretario-de-agricultura-participam-de-dia-de-campo-do-programa-mais-arvores-em-inhambupe/

AN disponibiliza documentos entregues pelo governo norte-americano

O Arquivo Nacional disponibiliza, a partir desta quinta-feira, 09/07, documentos inéditos do governo norte-americano referentes ao período da ditadura militar. 

A partir de solicitação da Comissão Nacional da Verdade (CNV), encaminhada ao presidente Barack Obama em 16 de agosto de 2012, o governo dos Estados Unidos enviou ao governo brasileiro três remessas de documentos. 

A primeira remessa contém 43 documentos do Departamento de Estado dos Estados Unidos, produzidos no período de janeiro de 1967 a dezembro de 1977, encaminhados pelo governo norte-americano por ocasião da visita ao Brasil do vice-presidente Joseph Biden, em junho de 2014, e divulgados pela CNV em http://cnv/outros-destaques/498-documentos.html.

A segunda remessa, com 113 documentos, foi recebida em dezembro de 2014 e a terceira remessa, com 538 documentos, foi entregue ao governo brasileiro no último dia 30 de junho. 

Os documentos estão disponíveis para consulta no Sistema de Informações do Arquivo Nacional: http://www.an.gov.br/sian/principal_pesquisa.asp?busca=multinivel/multinivel_consulta4.asp?v_codReferenciaPai_ID=1278707

Passo-a-passo: Para visualizar os documentos, selecione uma das três remessas, clicando na seta. Depois, escolha o documento, clicando na lupa. Na nova janela, clique em “arquivo digital”, no canto superior direito, depois, clique na lupa. 

Fonte: http://www.arquivonacional.gov.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=2352&sid=40

Prefeitura de Inhambupe só prevê obras de operação tapa-buracos após fim das chuvas

As reclamações dos moradores com relação aos buracos nas ruas de Inhambupe se intensificaram no período das chuvas, mas a prefeitura garante estar trabalhando na solução. De acordo com o secretário de Infraestrutura do município, Ageandro Laerte (Gel), as obras, que não puderam ser iniciadas devido às chuvas, deverão começar nos próximos dias, assim que as condições atmosféricas permitirem.
O secretário assegura que, apesar de não poder resolver tudo de uma vez, todos os problemas nas vias asfaltadas da cidade serão enfrentados. Ele pede paciência e compreensão à população, garantindo que os buracos serão todos cobertos, começando pelas ruas e avenidas mais atingidas pela ação da chuva, as quais se encontram em situação mais crítica.

Fonte: https://prefeituradeinhambupe.wordpress.com/2015/07/08/prefeitura-de-inhambupe-so-preve-obras-de-operacao-tapa-buracos-apos-fim-das-chuvas/

A história do feriado de 9 de julho

 Data que é motivo de orgulho para os paulistas marca o início do levante armado do estado contra o governo de Getúlio Vargas em 1932

Na imagem ao lado a propaganda política do período. O "MMDC" se remete aos jovens Martins, Miragaia, Dráusio e Camargo, mortos em 23 de maio de 1932

No dia 09 de julho, São Paulo comemora a Revolução Constitucionalista de 1932. A data, transformada em feriado civil em 1997, marcou o início de um dos principais episódios da história do estado. Sua importância está evidente em toda a cidade: duas avenidas carregam nomes que remetem à revolta (9 de julho e 23 de maio) e monumentos como o Obelisco do Ibirapuera prestam homenagens ao mártires da chamada “Guerra Paulista.”

A Revolução foi um levante armado da população de São Paulo que, entre os meses de julho e outubro de 1932, combateu as tropas do governo federal. A reivindicação central do movimento era a destituição do governo provisório de Getúlio Vargas, que dois anos antes assumira o poder no país, fechando o Congresso Nacional e abolindo a Constituição. O levante é chamado de “constitucionalista” porque São Paulo pedia a promulgação de uma nova constituição federal.

A empreitada militar paulista foi mal sucedida: as tropas do estado perderam a guerra, sufocadas pela superioridade numérica e técnica do exército brasileiro. Mas sua luta não foi completamente em vão: dois anos depois, em 1934, o governo central promulgava uma nova constituição, mostrando que a revolta conseguira, ainda que tardiamente, atingir seu principal objetivo declarado.

Mas o impacto da Revolução de 32 não se restringiu apenas ao campo da política: o levante foi também um dos principais marcos da formação da identidade paulista. Apoiada na ideia de que o estado é o “carro chefe” da nação, as elites locais aproveitaram o sentimento de união gerado pela revolta para reforçar seu discurso sobre o suposto “espírito” do povo de São Paulo. Dessa forma, elementos que vinham sendo construídos havia anos – como as ideias de pioneirismo e nobreza paulista – foram reforçados pelo poder ideológico da Revolução.

Desde seus primórdios, essa “paulistanidade” esteve impregnada pelo discurso racista. O levante de 32 serviu para reforçar essas ideias, elevando certas populações à categoria de “povo paulista” – como os imigrantes italianos, até então discriminados – e rebaixando outros grupos, como os afrodescendentes e os migrantes do Norte e Nordeste do país. Os historiadores Marco Cabral dos Santos e André Mota, no livro São Paulo 1932 – memória, mito e identidade recentemente lançado pela Alameda Editorial, deram especial ênfase ao papel da medicina na construção desse discurso: além de políticos e intelectuais do período, foram médicos e biólogos que tentaram justificar pela ciência a inferioridade racial de negros e nordestinos.

Atualmente, a Revolução Constitucionalista de 1932 continua sendo um tema controverso da historiografia nacional. Há um enorme número de livros e artigos que discutem o assunto, e a memória da “Guerra Paulista” continua em disputa pelos mais diversos grupos. 

Fonte: http://www2.uol.com.br/historiaviva/noticias/entenda_o_que_se_comemora_em_9_de_julho.html