O físico e astrônomo Irineu Varella, diretor do Planetário e da Escola Municipal de Astrofísica de São Paulo, explica que as correntes de massa de ar transportam os poluentes para vários lugares e, independente do local de origem, eles acabam se distribuindo por toda a atmosfera. "Toda a camada de ozônio do planeta já diminuiu de espessura. A do pólo, porém, já era mais fina e por isso ficou mais comprometida", detalha o estudioso.
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