domingo, 14 de janeiro de 2018

NOTA DA APLB/SINDICATO/INHAMBUPE SOBRE A ASSEMBLÉIA EXTRAORDINÁRIA 12/01/18

Abaixo temos a nota da Professora Janete que é Coordenadora da APLB de Inhambupe.

"Caros Profissionais da Educação, a pauta discutida na Assembleia,  foi a proposta da gestão em relação ao pagamento do salário de dezembro. Informou-nos que o pagamento de dezembro 2017, seria parcelado em 4 vezes, iniciando em fevereiro até maio. Apresentou ainda , que com o recurso que entrou no dia 10/01/18,  e os subsequentes decênios desse mês, seriam para pagar o mês de janeiro integral até o quinto dia útil de fevereiro, junto com a primeira parcela de dezembro, para os profissionais dos 60%, professor..., e para os profissionais dos 40%, porteiro, auxiliar, servente..., receberão os salários de dezembro e janeiro integrais. Falou ainda, que quitaria com o Banco os consignados dos funcionários referente ao mês de dezembro.  

Concluiu o ofício,  que poderia antecipar as parcelas assim que o recurso esperado, uma restituição,  entrasse na conta. Sobre o terço de férias, inicialmente será pago no mesmo formato do ano passado, por lote assim que quitar as parcelas. Após toda essa exposição, apresentei para a categoria presente, os estudo e investigação feita sobre os recursos da prefeitura e infelizmente, no momento seria razoável aguardar. Ressaltando * A REVOLTA, O REPÚDIO,  A INDIGNAÇÃO DE TODA  CATEGORIA COM A GESTÃO*, pois a falta de um planejamento do início dessa gestão, sabendo que o município apresentava problemas de recursos, que era o momento de ações drásticas de economia, reduzir despesas...ações vitais para estabelecer uma saúde financeira e administrativa no nosso município.  Foi questionado sobre os aluguéis de vários imóveis pela cidade da prefeitura, contratações de profissionais que já são aposentados,  gratificações dos cargos comissionados e outras práticas que o povo vem acompanhando, porém mais uma vez recai no trabalhador as consequências de uma MÁ GERÊNCIA DO MUNICÍPIO e em especial nos trabalhadores da educação. 


Se tem que sacrificar, o justo teria que ser PARA TODOS. Trabalhamos para sobreviver, viver dignamente... EMBORA NÃO  CONCORDEMOS COM A PROPOSTA, NOS IMPÕE ESSA ÚNICA CONDIÇÃO, QUE ATÉ O MOMENTO ENGOLIMOS, com MUITA INDIGNAÇÃO. Muitos estão questionando pq a categoria não fez ainda uma greve. Quando a deflagramos a greve em 2016, as negociações de cumprimentos com os nossos direitos não tinham nem propostas e tinham os recursos, tb mau administrados, mais tinha e não estávamos de férias. 

Nessa gestão, estamos num processo de negociação, fazendo um estudo de impacto, com uma comissão de categoria, representantes da gestão e vereadores. Estamos no processo e acompanhando as entradas dos recursos da educação e   da arrecadação municipal. Estamos cobrando compromisso  e respeito com os trabalhadores e principalmente esforço e comprometimento para gerir o município com transparência e democracia. Estamos acompanhando ainda, as ações da Câmara de Vereadores e gostaríamos de saber pq aprovou as CONTAS de 2015, uma vez que o TCM reprovou,  acredito que deve ter uma justificativa coerente, uma visão analítica que o  TCM não teve". 

Fraternalmente, 
JANETE SOUZA - COOR. DA APLB/SINDICATO NÚCLEO DE INHAMBUPE. PAZ E LUZ A TODOS🙏🏽🌼