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domingo, 8 de maio de 2016

Panfletagem na feira e som com artistas profissionais da Educação em Inhambupe


















Profissionais da educação de Inhambupe, em greve desde o dia 29 de abril, fizeram nesse sábado uma grande panfletagem na Feira da cidade e assim buscando apoio da população, que em sua maioria entendeu que a luta é para ter uma melhoria da Educação.
 Logo após a panfletagem, os profissionais da Educação foram para a praça da Matriz onde aconteceu um som ao vivo com os professores artistas.

Confira o que os profissionais da Educação e a APLB/Sindicato de Inhambupe reivindicam:

•    Descumprimentos dos 200 dias letivos, como prevê a LDB número 9394/ 96;
•    Merenda insuficiente ( apenas 15 dias) e de péssima qualidade;
•    Falta de material didático;
•    Transporte escolar em péssimas condições de uso e superlotados;
•    Paralisação dos transportes durante diversos dias no decorrer dos últimos anos.
•    As estruturas físicas das escolas em péssimas condições de funcionamento;
•    Perda de alunos para outros municípios visto que o prefeito e a secretária não assegura o funcionamento regular dos transportes;
•    Fechamento das escolas, assim como empréstimo de prédios para as cidades vizinhas;
•    A única creche do município não está funcionando há seis meses; 
•    Professores mesmo com muitas dificuldades concluíram suas faculdades e hoje não tem seus níveis reconhecidos;
•    Profissionais da Educação recebendo seus pagamentos em atraso e cortes indevidos e inexplicáveis;
•    Retroativo do reajuste salarial de quatro meses do ano de 2015 que não foram pagos  até a presente data;
•    O reajuste do piso salarial do ano de 2016 determinado por lei federal com vigência de janeiro de 2016 não foi pago;

•    Os contracheques, direito de todos os servidores que por lei deve ser disponibilizado para o servidor antes da data do seu vencimento. Nessa gestão é preciso faltar um dia de trabalho para preencher um agendamento solicitando o mesmo.
•    Criação de decreto que amplia a carga horária dos professores do fundamental II violando a Lei Federal, que não se aplica em nenhum município vizinho.